Namorou atriz da Globo e já foi preso: quem é o novo affair da ex-namorada de Belo

Written by on 28 de outubro de 2026

O empresário Rafael Alves, apontado como possível affair da influenciadora Rayane Figliuzzi, ex-namorada do cantor Belo, já esteve envolvido em episódios que repercutiram nacionalmente. Além de ter namorado a atriz Carol Castro, da Globo, ele foi preso em 2020 durante uma operação que investigou um suposto esquema de corrupção na Prefeitura do Rio de Janeiro.

Segundo informações divulgadas pelo Portal Leo Dias, Rayane, ex-participante do reality show A Fazenda, estaria vivendo um novo romance após o término do relacionamento com Belo, anunciado neste mês. Até o momento, o envolvimento com Rafael Alves é tratado como rumor.


Empresário namorou atriz da Globo em 2005

Antes de ter o nome associado à investigação policial, Rafael Alves ganhou espaço na imprensa por seu relacionamento com Carol Castro. Em 2005, ele ocupava o cargo de presidente de honra da escola de samba Salgueiro, enquanto a atriz era rainha de bateria da agremiação e atuava na novela Senhora do Destino.

Na época, os dois foram fotografados juntos em diferentes ocasiões. Também circulou a informação de que o empresário teria presenteado a atriz com um Peugeot 206. Após o fim do relacionamento, porém, Carol Castro afirmou que não havia recebido o carro.

Rafael Alves foi preso em operação contra corrupção

Em dezembro de 2020, Rafael Alves foi preso em uma operação conjunta da Polícia Civil e do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), que investigava um suposto esquema de corrupção na administração municipal.

A investigação ficou conhecida como QG da Propina e apurava suspeitas de irregularidades envolvendo pagamentos da Prefeitura do Rio de Janeiro a empresas.

Segundo as apurações da época, Alves, mesmo sem ocupar um cargo oficial na administração municipal, utilizaria uma sala na Cidade das Artes, na Barra da Tijuca, como ponto de articulação do esquema.

De acordo com a investigação, o grupo teria movimentado cerca de R$ 50 milhões por meio da cobrança de vantagens indevidas de empresas que aguardavam pagamentos de valores devidos pelo município.

As suspeitas apontavam que Rafael Alves atuaria como intermediário entre empresários e integrantes da gestão do então prefeito Marcelo Crivella, também preso na operação.

Outros investigados foram alvo da ação, incluindo o delegado aposentado Fernando Moraes e Mauro Macedo, ex-tesoureiro da campanha de Crivella, além de empresários citados na apuração.

As informações sobre o caso se referem às acusações investigadas à época e não devem ser confundidas com uma eventual condenação definitiva.


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