Busca por roupa para a Copa está maior

Written by on 17 de novembro de 2022

Os apaixonados por futebol já iniciaram a contagem regressiva para o início da Copa do Mundo do Catar, um país árabe situado na Ásia Continental. A abertura oficial da competição ocorrerá no próximo domingo (20), no estádio Al Bayt. A primeira partida será protagonizada pelo time anfitrião contra o Equador. Já a seleção brasileira entrará em campo na quinta-feira (24), na partida contra a Sérvia, seu primeiro adversário na competição.

De olho nas telinhas, o torcedor brasileiro costuma transformar a transmissão dos jogos do Brasil na Copa em uma verdadeira festa. E, claro, que a camisa da seleção não pode faltar. Para quem busca preço acessível e variadas opções para escolher o traje dos dias de jogos, pelas ruas da cidade é possível observar muitas camisas e até shorts à venda.

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Um desses pontos é a avenida Pedro Miranda, no bairro da Pedreira, em Belém. É no canteiro central da via que o autônomo Frank Ribeiro, 49 anos, comercializa há 12 anos camisas de times europeus, nacionais e da seleção brasileira. As opções de cores são diversas. Além da tradicional camisa verde e amarela, ele também trabalha, por exemplo, com camisas em tons azul com detalhes verde e amarelo; azul e verde; preta e verde; branca com o brasão da seleção em detalhes verde, amarelo e azul, e até em dourado; alaranjadas com brasãoverde, azul e amarelo.

Dependendo do modelo, os valores variam de R$ 30 a R$ 50. Além das camisas com mangas, tem ainda regatas e shorts a R$ 30 e os conjuntos infantis, também, por R$ 30. O autônomo encomenda a mercadoria de cidades como Fortaleza (CE) e São Paulo. Toda semana ele traz novidades. O estoque está abastecido e as vendas aquecidas, segundo ele.

“Desde 7 de setembro reforcei o estoque de camisas da seleção e agora só estou vendendo camisas do Brasil, devido às manifestações. As de R$ 30 o tecido é mais simples e as de R$ 50 o tecido é melhor. A réplica da camisa oficial é R$ 50. Agora tem gente procurando, também, camisas de outras cores devido essas questões políticas. Esse mês aumentaram as vendas. Todo mundo está vindo comprar. E o cliente compra logo para a família toda. Faço desconto. Vendo nos estádios daqui também. Estou vendendo uma média de 50 camisas por dia”, comemora Frank, afirmando que está faturando uma boa renda com a proximidade da Copa.

Venda

Já o autônomo Luiz Otávio Oliva, 56 anos, começou a abastecer o estoque com as camisas tradicionais da seleção nesta semana para, também, vender numa arara montada na Pedro Miranda. Ele aguarda a chegada de mais mercadorias para colocar à venda as camisas em tons azuis. E aposta em preços acessíveis para atrair a clientela.

“Comecei a vender esses modelos ontem, vendi 14 (unidades), e a tendência é ir aumentando. Tenho infantis, que custam R$ 20,00. A de adulto tem de R$ 25 a R$ 30. É minha única fonte de renda. Os preços estão bons,acessíveis”, declarou.


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