DOL é finalista de prêmio nacional com reportagem sobre crianças com TEA

Written by on 20 de agosto de 2026

O portal DOL foi anunciado nesta quinta-feira (20) como um dos finalistas da 6ª edição do Prêmio de Comunicação José Luiz Setúbal, premiação nacional de busca reconhecer trabalhos jornalísticos que debatem sobre saúde infantojuvenil.

O portal é um dos finalistas na categoria Texto com a reportagem “Os desafios e o alto estresse da primeira infância atípica na Amazônia”, de autoria do editor-sênior do portal, o jornalista Gustavo Dutra, que aborda as principais dificuldades enfrentadas por crianças com transtorno do espectro autista (TEA) e seus cuidadores considerando a realidade da Região Norte e suas especificidades.

A reportagem contou ainda com a participação da equipe de multimídia do DOL, através dos profissionais Emerson Coe, Cristiano Pantoja e Thiago Sarame.

A premiação é promovida pela Fundação José Luiz Setúbal e gerida pelo Instituto Futuro é Infância Saudável (Infinis), reconhecendo iniciativas que abordem o tema com profundidade, embasamento científico, criatividade e acessibilidade. O DOL foi um dos únicos dois veículos da Região Norte selecionados como finalista em todas as seis categorias do prêmio.

O resultado será divulgado no dia 9 de novembro, em uma cerimônia realizada em São Paulo.



A reportagem

A reportagem “Os desafios e o alto estresse da primeira infância atípica na Amazônia” foi publicada em outubro de 2025 pelo DOL, fazendo parte de uma série abordando o contexto enfrentado por crianças de 0 a 6 anos com TEA e seus cuidadores na Amazônia, além das iniciativas desenvolvidas na região para minimizar os problemas que essa população precisa lidar.

A reportagem teve apoio do programa “Early Childhood Reporting Fellowship”, uma bolsa de reportagem sobre a primeira infância promovida pelo Global Center for Journalism and Trauma, que em parceria com a Fundação Maria Cecília Souto Vidigal selecionou a pauta para participar da edição do programa no Brasil.

A reportagem apresenta dados sobre a população com TEA na primeira infância, abordando a dificuldade para o acesso ao tratamento adequado na região da Amazônia, enfrentando questões como longas distâncias e especificidades culturais de povos tradicionais, além de mostrar como mães lidam com o diagnóstico dos filhos e os impactos psicológicos que elas precisam enfrentar na busca por acompanhamento médico para as crianças.

Já a segunda reportagem da série, “Ciência e estratégias para garantir direitos dos autistas na primeira infância”, aborda os avanços que a própria Amazônia está desenvolvendo para minimizar os impactos à essa população, como o avanço de políticas públicas pioneiras, o desenvolvimento de tecnologias que utilizam inteligência artificial para auxiliar no diagnóstico precoce e a criação do primeiro laboratório de neuroarquitetura do país, que une psicologia e arquitetura para promover espaços mais inclusivos.


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